Que sorte a minha por amar um animal

Que sorte a minha por ter algo que torna tão difícil dizer adeus

A dor da despedida

“Que sorte a minha por ter algo que torna tão difícil dizer adeus.”

Esta frase do Winnie the Pooh acompanha-me muitas vezes quando penso nos animais que fazem parte da nossa vida.
Ela resume algo que tantas pessoas sentem, mas nem sempre conseguem explicar.

Ao longo dos anos, já ouvi várias vezes:
“Eu não consigo ter animais, porque depois quando morrem dói demasiado.”

E é verdade, perder um animal dói profundamente, não é “apenas” um cão ou um gato…é família.

O privilégio de partilhar a vida com um animal

Para mim, a célebre frase do Pooh diz tudo, a dor da despedida só existe porque o amor foi grande, porque houve partilha, rotina, presença, risos, consolo nos dias maus e alegria nos dias bons.

Partilhar a vida com um animal é um privilégio, mesmo sabendo que um dia teremos de dizer adeus, tudo o que foi vivido tem um valor que nunca se perde. A saudade existe, mas também existe a gratidão por termos amado e sido amados daquela forma.

Como guardo essas memórias através do meu trabalho

Réplicas em lã como homenagem

Foi precisamente por sentir isto que crio réplicas em lã dos animais que já partiram, não como substituição, mas como forma de homenagem.
Cada peça que faço carrega a história de um amor único e especial.

Partilha no Facebook e comentários

Recentemente partilhei este pensamento no Facebook e fiquei muito tocada com as respostas que recebi.


Podes lê-las aqui: https://www.facebook.com/share/p/16zmAeAPQU/

Se também sentes que a vida faz mais sentido com um animal ao nosso lado, então talvez compreendas perfeitamente o que o Pooh quis dizer.

Que sorte a nossa. 🤍🐾


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